Módulo 12
XXIII – Avaliando e fundamentando a prática
XXIV – Auto-avaliação e avaliação do processo do nosso curso
Prezado/a cursista
Chegamos ao final do nosso curso “Educação Cidadã e Educação Integral: fundamentos e práticas”, iniciado em março de 2009 - na edição 50 desta revista, ano 5. Para nós que idealizamos e desenvolvemos o curso, no qual sempre buscamos garantir unidade entre os seus 12 módulos e 24 itens – 2 itens em cada módulo – é também momento especial de avaliar o que foi feito. É o que faremos neste último módulo.
Há três formas de envio de sua avaliação: pelo e-mail
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, pelos Correios ou através de fax (divulgados no expediente da revista). Importante: se enviar por e-mail, receberá um e-mail confirmando o recebimento; caso contrário, envie novamente. Não esqueça de colocar seu nome no topo da primeira página de sua avaliação e não somente no e-mail. Para aqueles/as que enviarem via correio ou fax, também é necessário colocar o nome no módulo e não somente no envelope ou rosto de fax. Somente serão aceitas as avaliações recebidas na editora até o dia 31 de março.
O envio e o aproveitamento de 70% no curso lhe darão o direito de receber, em seu endereço, um certificado de conclusão, com a duração total de 90 (noventa) horas. A certificação será concedida somente aos assinantes da revista que cumprirem os requisitos exigidos. Só serão aceitas as avaliações que estiverem digitadas no seguinte formato: papel A4, fonte Arial 12, alinhamento justificado, entrelinhas 1,5. O certificado de participação será oferecido pelo Instituto Paulo Freire/Universitas Paulo Freire (Unifreire) e Revista Direcional Educador. Veja, no item XXIV abaixo, os dois instrumentais que deverão ser entregues.
XXIII – Avaliando e fundamentando a prática
Antes de preencher a sua auto-avaliação e avaliação do próprio curso, é importante aproveitar este momento, de avaliação, como mais um importante momento de aprendizagem neste curso. Não é demais lembrar que, sempre que avaliamos, devemos retomar os objetivos iniciais e observar a processualidade do que foi realizado.
De nossa parte, recuperando o que esperávamos do curso em si, considerando suas características de educação a distância e o contexto da parceria firmada entre Instituto Paulo Freire e Revista Direcional Educador, confirmamos, nesses 12 meses, o prazer que originalmente anunciamos: nossa satisfação se confirmou no esforço coletivo e sistemático de aprendizagem que realizamos, em diálogo com os parâmetros da própria revista, com os seus prazos, com as dimensões técnicas dos textos, com a busca de uma linguagem apropriada ao público participante e com a tentativa de sintetizarmos as nossas experiências remotas em relação aos temas desenvolvidos.
Foi um curso no qual procuramos oferecer um pouco do trabalho de assessoria que temos desenvolvido no Instituto Paulo Freire ao longo de seus dezoito anos de existência. E ao sistematizarmos estes textos, praticamos uma espécie de meta-avaliação do que temos feito, avaliando a própria avaliação de nossas práticas. E, mais importante ainda, mantendo um diálogo com alguns leitores/participantes do curso que, no decorrer dos meses, manifestaram algumas dúvidas, sua satisfação com o curso e expectativas em relação à própria avaliação.
Ao escrevermos cada módulo do curso, foi, para nós, mais uma oportunidade para atualizar a nossa própria compreensão em relação a cada um dos temas trabalhados, procurando contemplar neles o que de mais atual existe em relação ao tema trabalhado, evidentemente, levando em conta o limite de nossas práticas e a nossa capacidade de pesquisa em relação aos tempos que dispusemos para o desenvolvimento do curso. De toda forma, estabelecemos como meta respondermos, processualmente, as dúvidas que nós mesmos nos colocávamos diante das nossas práticas cotidianas, incluindo nossas tentativas de responder nos textos sequenciais às perguntas que alguns leitores foram nos apresentando, espontaneamente, durante o curso.
Considerando as nossas expectativas, limites e possibilidades, ficamos satisfeitos com o resultado geral do curso, pois nos permitiu repensar e aprofundar, teoricamente, as nossas próprias experiências, dividindo com os leitores e com as leitoras da Revista estas aprendizagens processuais, o que nos permitiu novas aprendizagens relacionadas ao oferecimento de um curso de educação a distância com as características propostas pela Direcional Educador.
Vale registrar também que um dos maiores desafios que tivemos foi sermos coerentes com a avaliação dialógica que defendemos, o que pressupõe adequar a linguagem a professores/as, gestores educacionais e educadores em geral, dos diferentes níveis e modalidades educativos, de forma a que tivessem elementos teórico-práticos para o desenvolvimento de suas atividades formativas, organizativas, participativas e avaliativas cotidianas, consoantes com a própria proposta do curso: discutir dimensões ainda pouco estudadas no cenário educacional brasileiro, especificamente com ênfase à educação cidadã e à formação integral das pessoas, respeitando a diversidade cultural e propondo uma organização escolar democrática, em diálogo com o que acontece não apenas nas unidades escolares, mas no conjunto da vida social.
Buscamos, ainda, manter coerência e unicidade entre os vários temas desenvolvidos que, para nós, caracterizam o que temos chamado de Educação Cidadã, essa educação que viabiliza a integralidade das aprendizagens e da formação humana.
Uma das lições mais importantes que Paulo Freire nos deixou foi a sua ênfase à necessidade de sempre problematizarmos a realidade que nos cerca e a nossa prática pedagógica. Dizia ele que o melhor momento da formação docente é a avaliação que o educador faz da sua prática.
No item que segue, apresentamos uma proposta referencial de avaliação para que você, participante deste curso, possa tanto avaliar as suas aprendizagens e a sua própria experiência neste curso, como avaliar o próprio curso oferecido, visando a que todos nós possamos aprender também com o processo avaliativo. Lembramos que estamos propondo uma avaliação dialógica, formativa e continuada, nos termos apresentados no Módulo 11: que possamos avaliar as nossas aprendizagens qualiquantitativamente, o que significa levar em consideração os conteúdos aprendidos, as nossas descobertas, as emoções sentidas, o nível de nosso envolvimento com o mesmo e até que ponto o curso nos trouxe elementos significativos para contribuir com as nossas práticas cotidianas.
XXIV – Auto-avaliação e avaliação do processo do nosso curso
Os dois instrumentais de avaliação sugeridos abaixo devem ser preenchidos e enviados à Revista Direcional Educador, conforme já orientamos no início deste módulo.
1. Auto-avaliação – como o próprio nome já diz, cada pessoa auto-avaliará as suas aprendizagens ao longo do curso. Para tanto, crie, você mesmo/a, o seu instrumental de avaliação – que pode ser um texto dissertativo, reflexivo, perguntas e respostas ou outras formulações. O importante é que consiga nos dar informações gerais em relação às suas mais significativas aprendizagens no curso, à qualidade de sua participação/leituras, bem como em que medida o curso contribuiu para o desenvolvimento de suas práticas profissionais. A partir desses critérios, entre outros que você pode formular/acrescentar, defina um padrão de avaliação que possa mensurar claramente, na sua opinião, a sua auto-avaliação. Você deve estabelecer um único padrão: nota, menção, índice de alcance de objetivos etc. Com isso, evidentemente, estará exercitando a prática de avaliar, auto-avaliando-se. Vá em frente!
2. Avaliação do processo do nosso curso – Solicitamos que você escreva um texto dissertativo de até 30 linhas, apresentando-nos a sua avaliação do curso em si: qualidade dos textos, nível de atualidade dos conteúdos, grau de interesse que eles geraram em você, nível de dificuldade ou de facilidade encontrada na compreensão dos mesmos e sua análise crítica em relação à maior ou menor exequibilidade das propostas apresentadas, considerando o contexto no qual você se encontra. Indique, ainda, se possível, se você conseguiu, ao longo dos 12 meses, aplicar, em sua experiência cotidiana, alguns dos conceitos apresentados e/ou algumas práticas sugeridas, relatando-nos o que isso acabou gerando em você, educador/educadora. Por fim, mais dois aspectos: 1) em relação aos objetivos previstos no início do curso, avalie se eles foram alcançados de forma: a) plenamente satisfatória; b) satisfatória; c) parcialmente satisfatória; d) insatisfatória; 2) em relação a possíveis novos cursos, apresente sugestões seja para o IPF, seja para a Revista Direcional, que poderiam contribuir para melhorar a nossa prática.
Agradecemos a sua participação no curso e também a finalização do mesmo, mediante envio da auto-avaliação e da avaliação até o dia 31/03/2010. Aos leitores/as que não receberem seus certificados até o final de maio, pedimos que se comuniquem com a revista Direcional Educador.









